Hoje apetece-me dizer que te amo, mas baixinho para mais ninguém ouvir, não é que eu me importe que os outros saibam que eu te amo, é apenas porque o amor é nosso, meu e teu, e hoje acordei egoísta, não quero partilha-lo com mais ninguém...Mas, também para que deixar que os outros ouçam que te amo? não lhes ia fazer diferença, a não ser que também eles te amassem, e ai já me fazia diferença a mim. sem te amarem realmente ao olharem-te só te iriam achar bonita, mas isso quaisquer olhos poderiam ver. Não, sem te amarem não seriam capazes de ver o teu sorriso, de notar as particularidades do teu rosto, de conhecer cada sinal, não dariam conta que as tuas maças do rosto sobem um pouco quando ris, não saberiam destingir quando sorris tristemente daquele sorriso magico de felicidade. não olhariam para ti a chegar limitar-se-iam a apreciar a tua passagem, não seriam capazes de gozar do teu silencio, nem perceberiam a diferença do teu tom de voz em cada momento. E eu, nem eu sei como acabei a dar-me conta de tudo isto, nem me lembro bem quando foi o momento em que acordei a pensar em ti sem querer, não me recordo bem do do primeiro dia em que invadias, sem permissão, os meus pensamentos, talvez por ser distraído, talvez porque o amor vem de mansinho, com pés de lã, ataca de surpresa, instala-se e como senhor e dono de mim, esse amor, não me deixa esquecer-te..
É inútil tentar dizer porque te amo, existindo realmente mil e uma razoes para o fazer, amar-te tornou-se em mim uma coisa tão comum, que das mil e uma razões todas elas me parecem óbvias, amo-te porque sim porque não seria capaz de conceber outra maneira de te sentir, e é assim amo-te porque te amo e te amo porque amo-te.
chamar-me-ias ridículo, se lesses o que te escrevo, dirias que me amas também, mas não deixarias de achar ridículo, melhor assim, não escrevo para que tu leias, mas se um dia te mostrar e leres isto saberás, que era a melhor maneira de suportar a tua ausência nos longos dias em que tu não estas.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Há dias como hoje, dias normais, dias iguais, estes dias em que a tua ausência não é falta, é apenas a tua ausência, não é realmente que tu me faltes, mas antes que noto que não estas aqui, aprendi a ter-te e sonhar sem te ver é como perder a razão do sonho em si.
Não, sinto a tua falta, se fechar o olhos vejo-te cheiro-te sinto a tua pele. mas é a tua ausência, que noto de olhos bem abertos, é o olhar para o lado e saber que os teus olhos não me estão a ver, e abrir a porta e não ouvir a tua voz do outro lado a ecoar melodicamente...
Fazes-me feliz, estranhamente feliz, de uma maneira que a felicidade me assusta, e as vezes de tanto ter sido triste, nem sei bem como viver a felicidade. Sinto-me estranho e antagónico, giram em mim todos os sentimentos do mundo, e todos eles já vividos, todos eles são novos, todos são únicos e todos são por ti. É estranho, não sei bem como escrever a felicidade, é fácil escrever a tristeza, talvez porque se procura um amparo naquilo que se diz, é difícil escrever a felicidade, talvez porque de tão frágil ser se tenha medo de perder ao expor-se.
vou deixar.te um pedido, fica comigo, deixa-me não saber dizer como me fazes feliz.
Não, sinto a tua falta, se fechar o olhos vejo-te cheiro-te sinto a tua pele. mas é a tua ausência, que noto de olhos bem abertos, é o olhar para o lado e saber que os teus olhos não me estão a ver, e abrir a porta e não ouvir a tua voz do outro lado a ecoar melodicamente...
Fazes-me feliz, estranhamente feliz, de uma maneira que a felicidade me assusta, e as vezes de tanto ter sido triste, nem sei bem como viver a felicidade. Sinto-me estranho e antagónico, giram em mim todos os sentimentos do mundo, e todos eles já vividos, todos eles são novos, todos são únicos e todos são por ti. É estranho, não sei bem como escrever a felicidade, é fácil escrever a tristeza, talvez porque se procura um amparo naquilo que se diz, é difícil escrever a felicidade, talvez porque de tão frágil ser se tenha medo de perder ao expor-se.
vou deixar.te um pedido, fica comigo, deixa-me não saber dizer como me fazes feliz.
domingo, 5 de agosto de 2012
foi assim que te sonhei hoje
de repente la estavas tu, a espreitar por entre as nuvens com o brilho de uma estrela cintilante, deitada naquela cama que parecia o céu...
os teus cabelos pretos a cair sobre a clareza dos lençóis, e o teu corpo como um convite entreaberto, que esconde o interior deixando apenas margem à curiosidade da imaginação que faz despertar o mais ardo-o querer...e eu na entrada do quarto a olhar para ti parado embriagado de paixão, numa mistura dos mais finos sentimentos em que o amor que te tenho é consumido pelo desejo e renasce dele como Fenix só para voltar a arder novamente...
a medida que me aproximo salta em mim o cheiro do teu perfume e a visão do teu corpo a rabular numa espera interminável, vou vendo os teus olhos que brotam também eles fugaz querer, e o leve movimento, que efectuas deixa a descoberto, os teus seios como montanhas salientes no teu corpo...
apoderei-me de ti, invadi-te com com toda a minha força e senti a tua respiração ofegante, o o suor dos corpos a deslizarem enrolados, escorria por nós... os teus gritos e as minhas mãos a agarrarem-te, a luta constante na busca incansável de prazer as voltas e revoltas as tuas unhas nas minhas costas, e a minha boca no teu corpo...e o fim gemido por ti, satisfação partilhada por mim...
o descanso do prazer, a tua cabeça no meu peito, o acalmar da respiração, as palavras doces, e o doce cair da noite sobre nos como se fosse relevante alguma coisa que estivesse fora daquele quarto, esse mundo que até poderia estar em ruínas, que em nada perturbaria o prazer que se repete novamente...
Paixão? Sim claro, com muito amor e prazer...
de repente la estavas tu, a espreitar por entre as nuvens com o brilho de uma estrela cintilante, deitada naquela cama que parecia o céu...
os teus cabelos pretos a cair sobre a clareza dos lençóis, e o teu corpo como um convite entreaberto, que esconde o interior deixando apenas margem à curiosidade da imaginação que faz despertar o mais ardo-o querer...e eu na entrada do quarto a olhar para ti parado embriagado de paixão, numa mistura dos mais finos sentimentos em que o amor que te tenho é consumido pelo desejo e renasce dele como Fenix só para voltar a arder novamente...
a medida que me aproximo salta em mim o cheiro do teu perfume e a visão do teu corpo a rabular numa espera interminável, vou vendo os teus olhos que brotam também eles fugaz querer, e o leve movimento, que efectuas deixa a descoberto, os teus seios como montanhas salientes no teu corpo...
apoderei-me de ti, invadi-te com com toda a minha força e senti a tua respiração ofegante, o o suor dos corpos a deslizarem enrolados, escorria por nós... os teus gritos e as minhas mãos a agarrarem-te, a luta constante na busca incansável de prazer as voltas e revoltas as tuas unhas nas minhas costas, e a minha boca no teu corpo...e o fim gemido por ti, satisfação partilhada por mim...
o descanso do prazer, a tua cabeça no meu peito, o acalmar da respiração, as palavras doces, e o doce cair da noite sobre nos como se fosse relevante alguma coisa que estivesse fora daquele quarto, esse mundo que até poderia estar em ruínas, que em nada perturbaria o prazer que se repete novamente...
Paixão? Sim claro, com muito amor e prazer...
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Estou fechado nesta sala, o ar escasseia e torna-se cada vez menos respirável, a presença das pessoas ausentes vai ficando cada vez mais irritante, e os meus olhos não largam o lugar vazio que deixaste, e fixam-se naquela cadeira vazia da sala sem cor. mas ainda que assim seja, não me atrevo a fechar os olhos sei que se os fechar vou sentir o cheiro do shampoo dos teus cabelos negros como a noite e o perfume dos teus trapos e por breves momentos ouviria a tua voz num fundo melodioso... sim mais vale ter os olhos bem abertos já que todos os outros sentidos parecem fugir à razão sendo arrastados na corda palpitante do coração...
sei exactamente o momento em que te levantas da cadeira e te deixei ir embora, na verdade sei que fui eu que te mandei embora, e não vejo maneira de o fazer de forma diferente, não enquanto tiver os olhos abertos e olhar o teu lugar vazio. na verdade quando olho para fora da sala e te "vejo" misturada com o mar de gente que corre de um lado para o outro, talvez sentada numa outra cadeira numa outra sala qualquer. gosto de te ver feliz assim sei que sorris mesmo que os meus olhos já não te vejam e só a minha mente o possa imaginar.
quanto a mim, bem, eu fico aqui sentado mais um pouco, não vou ate ti, o meu orgulho não me permite, resta-me pois olhar a cadeira vazia que deixaste, esperar que a tua imagem finalmente se va embora para abrir as janelas deixar entrar um novo ar....
a verdade é que me sinto um louco perdido e sem animo...com vontade de fugir e nunca mais voltar, aquela vontade louca de querer que tudo fique para traz das costas e passe a ser apenas uma bela e louca recordação daquilo que tendo sido nunca chegou a ser, mais que aquilo que realmente foi...um amor que em muitos momentos foi para sempre, e que como tudo acabou.
sei exactamente o momento em que te levantas da cadeira e te deixei ir embora, na verdade sei que fui eu que te mandei embora, e não vejo maneira de o fazer de forma diferente, não enquanto tiver os olhos abertos e olhar o teu lugar vazio. na verdade quando olho para fora da sala e te "vejo" misturada com o mar de gente que corre de um lado para o outro, talvez sentada numa outra cadeira numa outra sala qualquer. gosto de te ver feliz assim sei que sorris mesmo que os meus olhos já não te vejam e só a minha mente o possa imaginar.
quanto a mim, bem, eu fico aqui sentado mais um pouco, não vou ate ti, o meu orgulho não me permite, resta-me pois olhar a cadeira vazia que deixaste, esperar que a tua imagem finalmente se va embora para abrir as janelas deixar entrar um novo ar....
a verdade é que me sinto um louco perdido e sem animo...com vontade de fugir e nunca mais voltar, aquela vontade louca de querer que tudo fique para traz das costas e passe a ser apenas uma bela e louca recordação daquilo que tendo sido nunca chegou a ser, mais que aquilo que realmente foi...um amor que em muitos momentos foi para sempre, e que como tudo acabou.
segunda-feira, 19 de março de 2012

"Porque é que este sonho absurdo
a que chamam realidade
não me obedece como os outros
que trago na cabeça?
Eis a grande raiva!
Misturem-na com rosas
e chamem-lhe vida."
José Gomes Ferreira
também eu se tudo o que trago na cabeça se realiza-se , como pequenos puzzles que encaixam na perfeição, um plano um objectivo um final perfeito. mas a realidade é traiçoeira, os dogmas de hoje, são as parvoíces de amanha, a realidade é muito menos estável que os sonhos da minha cabeça.
talvez, a realidade, misturada com rosas com perfume e beleza, a enfatizar a realidade de tal forma que os sonhos " que trago na cabeça" façam parecer a obediência ao pensamento uma parvoíce do passado
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
O amor é uma companhia.
Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.
Alberto Caeiro
Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.
Alberto Caeiro

"Passei toda a noite, sem dormir, vendo, sem espaço, a figura dela,
E vendo-a sempre de maneiras diferentes do que a encontro a ela.
Faço pensamentos com a recordação do que ela é quando me fala,
E em cada pensamento ela varia de acordo com a sua semelhança.
Amar é pensar.
E eu quase que me esqueço de sentir só de pensar nela.
Não sei bem o que quero, mesmo dela, e eu não penso senão nela.
Tenho uma grande distracção animada.
Quando desejo encontrá-la
Quase que prefiro não a encontrar,
Para não ter que a deixar depois.
Não sei bem o que quero, nem quero saber o que quero. Quero só Pensar nela.
Não peço nada a ninguém, nem a ela, senão pensar. "
Alberto Caeiro
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
perdi-me no meu jeito, esquecido de ser, já nem os meus olhos quando olham são capazes de ver, navego como um barco sem leme, por entre a corrente, no meio de gente que se arrasta, a tristeza invadiu-me, o amor fugiu de mim, o canto dos pássaros cessou, ate a chuva deixou de cair, e o lume deixou de dar calor...
sou eu assim um qualquer ser igual a tantos outros, nem mais nem menos que ninguém, perco tempo a pensar no que fui, sem uma certeza daquilo que quero ser, sei o que quero mudar, mas nem me consigo levantar deste chão imundo.
a depressão tomou conta da minha alma, o meu corpo, permanece imóvel.
não quero fugir, e não quero ficar...
quero sair à rua como quem no quer nada do mundo, quero apenas viver no mundo vazio, e preenche-lo de vida à medida que o viver. não quero ser ser o super homem, mas também não quero ser um fingidor, quero ser independente, de tudo... não quero ter coração, este que sempre me atrapalhou e me humanizou, me pregou partidas...
quero o tudo de nada e o nada de tudo...
vou levantar-me erguer-me e seguir...
sou eu assim um qualquer ser igual a tantos outros, nem mais nem menos que ninguém, perco tempo a pensar no que fui, sem uma certeza daquilo que quero ser, sei o que quero mudar, mas nem me consigo levantar deste chão imundo.
a depressão tomou conta da minha alma, o meu corpo, permanece imóvel.
não quero fugir, e não quero ficar...
quero sair à rua como quem no quer nada do mundo, quero apenas viver no mundo vazio, e preenche-lo de vida à medida que o viver. não quero ser ser o super homem, mas também não quero ser um fingidor, quero ser independente, de tudo... não quero ter coração, este que sempre me atrapalhou e me humanizou, me pregou partidas...
quero o tudo de nada e o nada de tudo...
vou levantar-me erguer-me e seguir...
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

"a único encanto do passado é o de ser passado"
Oscar Wilde
abri a janela do quarto, olhei para a paisagem que em tempos era verde e que agora é apenas nada, fechei os olhos e respirei o ar podre desta cidade velha, então corri para a rua, soltei as correntes e corri loucamente sem olhar para trás, fechei os olhos, e corri como quem foge da morte... esbarrei num homem, e derrubei-o, ao aperceber-me que era um senhor de certa idade, aprecei-me a pedir desculpa, e a perguntar se estava tudo bem...o pobre homem, de cabelo grisalho, levantou-se olhou para mim e disse:
- Vocês novos, passam a vida a correr, e correm para chegar ao mesmo sitio onde eu me encontro, parece que vão a fugir da vida, mas não se dão conta que é a vida que foge de vós. Eu desculpo-te mas apenas se te sentares comigo naquela esplanada, calmamente para um café...
eu fiquei com um ar de muito atrapalhado, a pensar na loucura da situação, mas como de facto corria por nada resolvi aceitar dizendo, com um sorriso cínico:
- Claro, sem problema.
sentamos-nos nas cadeiras vermelhas do café que eu nunca me lembro de ter visto, e rapidamente veio o empregado, com um ar de quem não dormia à dois meses, e perguntou se queríamos, alguma coisa num tom de antipatia arrogante, como se todo o mundo lhe pertencesse.
antes de eu pedir alguma coisa o senhor, pediu um café, e enquanto eu fingia que tudo era normal ele começou a falar.
- parecias muito apressado, quando eu era novo também corria para todo o lado, preocupava-me com o tempo, com o que ia fazer o com o que já tinha feito. hoje ando devagar, e não apenas porque as minhas pernas já não me permitem correr, uma coisa te digo, preocupares-te com o que já passou não vale a pena, pois já pertence ao passado, o ontem já não existe e a única maneira de compor o passado é mudar o presente, porque o futuro também ainda esta por vir, e não te adianta de nada correr para ele, porque ele vem ate ti, limita-te a preparar a sua chegada. Planta uma árvore de frutos, se ela não der frutos, no chores por isso, entende que pelo menos dá sombra para descansares enquanto uma nova árvore que plantarás cresce...
entretanto o empregado, trouxe e o café, e eu ia a comentar o que o velho louco dissera, quando este me interrompe dizendo:
- não digas nada, vai-te embora que eu quero tomar o meu café sozinho...
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

"O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela" bernardo soares
a verdade é que não tenho medo da morte, já tive em tempos, mas as vezes ela mesma parece-me tão boa companhia, para manter ao longe é certo, mas entendo-a como boa pessoa...
já me vi morrer tantas vezes, ao ponto de me ver viver sempre uma vez a mais daquelas que morri, assim apesar de tudo, não posso deixar de pensar, no dia em que as contas se acertarem será justo.
digo isto, pensando que neste turbilhão de encruzilhadas que é a vida, já me vi perdido par me ver achado, para eventualmente me voltar a perder. Ao longo de todo este caminho já vivido, e que certamente não é muito, já pensei para mim mesmo inúmeras vezes que tudo estaria perdido, e vem a velha ideia "e agora o que é que eu faço" e o que é que eu faço?... a maior parte das vezes fiquei parado a olhar para a desgraça, a lamentar-me e a espera, arrastando-me como um moribundo, esperando a morte...mas sinceramente se ela não vier mais vale que eu me mate, pelo menos ficarei logo a saber se há ou não outra vida...
"Pandora abriu diante dele a tampa do presente a humanidade que até aquele momento habitava um mundo sem doenças ou sofrimentos viu-se assaltada por inúmeros malefícios que atormentam os homens até aos dias de hoje. Pandora tornou a fechar a caixa rapidamente antes que o único benefício que havia nela escapasse: a esperança"
A esperança, como beneficio, que Pandora tirou ao mundo... em verdade muitas vezes penso a esperança como, uma catástrofe do mundo, aquele que vive na esperança de uma cura para os males, acaba por não alcançar uma nova vida, pois limita-se a esperar que a antiga volte ao que era. também eu já fui afectado pelo mal da esperança, mas percebi que não é aquele que espera que alcança...
o que esta perdido já foi e afinal mais vale viver como se fosse morrer, a viver como se já estivesse morto.
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