segunda-feira, 1 de março de 2010


"A espécie de felicidade de que preciso não é tanto a de fazer o que eu quero, mas a de não fazer o que eu não quero" Rousseau
É de facto mau pensar que podendo fazer-se tudo o que se quer, as vezes se faz o que não se quer fazer. Pensar que tantas vezes o fiz, mesmo sem querer. por vezes o mundo puxa-nos, e tem uma força superior a nós, como se de imperativos viéssemos, coisas que querendo ou não acabamos por fazer. Mas na verdade, de todas as coisas más que fiz, tive em quase todas elas escolhas, hipótese de não as as fazer, mas a fraqueza de mim se apoderou, e nos mesmos erros já cometidos voltei a cair.
é verdade que a felicidade e também a liberdade esta no podermos dizer NÃO, e não mesmo.
De facto apodero-me da frese de Rousseau porque em mim se afigura como verdade, e é verdade que preciso de fazer o que quero, e acima de tudo não fazer o que não quero, apesar de tantas vezes o mundo me abrir esses caminhos inicialmente brilhantes, mas onde a luz raramente tende a permanecer, dando lugar a mais profunda escuridão.
Olha para mim, bem para o fundo dos meus olhos e diz-me, acreditas mesmo que a felicidade esta em fazer tudo o que se pode, ou escolher o que se faz? já acreditei que só me arrependia daquilo que não fazia, mas agora sei que me arrependo também de coisas que fiz. vou cometer mais erros, e tu também mas, espero que, um dia me digas, e eu pense o mesmo mim:
Cheguei ao cimo da montanha e que belo foi o meu caminho

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